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Entre as telas e a terra: tecnologia e sustentabilidade nas práticas de ensino do PIBID
Última alteração: 10-12-2025
Resumo
Desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) no IFRS Campus
Osório, o presente trabalho trata de um relato de experiência e auto-avaliação no qual as alunas
bolsistas buscaram unir o ensino da língua inglesa ao uso de tecnologias digitais - eixo condutor do
programa - dentro do tema transversal sustentabilidade - demanda da escola General Osório, onde a
sequência didática foi aplicada. Após a aplicação, foi realizado um processo de reflexão onde cada
bolsista buscou delimitar os principais desafios e sucessos com sua turma, relacionar a experiência
com os conceitos teóricos estudados durante o PIBID e avaliar o uso das tecnologias dentro da sala de
aula. Primeiramente, com o objetivo de criar uma experiência de aprendizagem significativa e
concreta da língua inglesa, as quatro bolsistas, cada uma responsável por uma turma do sétimo ano,
convidaram os alunos a criarem um community garden (horta comunitária) dentro da escola com
auxílio de um morador da comunidade da cidade de Osório, RS. Para trabalhar a língua foi utilizado
vocabulário relacionado ao community garden junto ao gênero textual “post carrossel do instagram”
onde os alunos descreveram, em inglês, o passo a passo para criar e manter tal espaço. Durante a
aplicação da sequência foram realizados encontros entre as bolsistas e orientadoras onde o andamento
das atividades foi avaliado e modificado. A etapa foi finalizada com uma última reunião onde foram
relatadas as experiências das bolsistas e o próximo passo do projeto planejado. Analisando estes
relatos, o tema de inclusão digital foi determinado como o foco da próxima ação, visto que
observou-se uma grande dificuldade em relação à instrumentalização digital dos estudantes das
quatro turmas do projeto. Sendo assim, a atividade seguinte foi pensada com o intuíto de garantir aos
alunos a possibilidade de aprender o uso básico do computador, contando com o auxílio de um
bolsista da área da informática, o qual auxiliou a turma a realizar tarefas como ligar o chromebook,
login, acesso a links, uso de ferramentas de pesquisa, uso de atalhos do teclado e realização de
atividades on-line. Além da centralização do tema inclusão digital, foi determinado que a junção do
ensino da língua a uma atividade concreta e significativa como a criação de um community garden
enriqueceu a aprendizagem dos alunos, fato expresso nas atividades de revisão e recuperação, e
observado na participação da turma em sala de aula. Concluímos que o ensino da língua inglesa se
beneficia de propostas que busquem ser significativas para os alunos. Mais além, foi observado que
mesmo em uma turma composta apenas por nativos digitais, a realidade encontrada na escola provou
a necessidade de atividades de inclusão digital.
Osório, o presente trabalho trata de um relato de experiência e auto-avaliação no qual as alunas
bolsistas buscaram unir o ensino da língua inglesa ao uso de tecnologias digitais - eixo condutor do
programa - dentro do tema transversal sustentabilidade - demanda da escola General Osório, onde a
sequência didática foi aplicada. Após a aplicação, foi realizado um processo de reflexão onde cada
bolsista buscou delimitar os principais desafios e sucessos com sua turma, relacionar a experiência
com os conceitos teóricos estudados durante o PIBID e avaliar o uso das tecnologias dentro da sala de
aula. Primeiramente, com o objetivo de criar uma experiência de aprendizagem significativa e
concreta da língua inglesa, as quatro bolsistas, cada uma responsável por uma turma do sétimo ano,
convidaram os alunos a criarem um community garden (horta comunitária) dentro da escola com
auxílio de um morador da comunidade da cidade de Osório, RS. Para trabalhar a língua foi utilizado
vocabulário relacionado ao community garden junto ao gênero textual “post carrossel do instagram”
onde os alunos descreveram, em inglês, o passo a passo para criar e manter tal espaço. Durante a
aplicação da sequência foram realizados encontros entre as bolsistas e orientadoras onde o andamento
das atividades foi avaliado e modificado. A etapa foi finalizada com uma última reunião onde foram
relatadas as experiências das bolsistas e o próximo passo do projeto planejado. Analisando estes
relatos, o tema de inclusão digital foi determinado como o foco da próxima ação, visto que
observou-se uma grande dificuldade em relação à instrumentalização digital dos estudantes das
quatro turmas do projeto. Sendo assim, a atividade seguinte foi pensada com o intuíto de garantir aos
alunos a possibilidade de aprender o uso básico do computador, contando com o auxílio de um
bolsista da área da informática, o qual auxiliou a turma a realizar tarefas como ligar o chromebook,
login, acesso a links, uso de ferramentas de pesquisa, uso de atalhos do teclado e realização de
atividades on-line. Além da centralização do tema inclusão digital, foi determinado que a junção do
ensino da língua a uma atividade concreta e significativa como a criação de um community garden
enriqueceu a aprendizagem dos alunos, fato expresso nas atividades de revisão e recuperação, e
observado na participação da turma em sala de aula. Concluímos que o ensino da língua inglesa se
beneficia de propostas que busquem ser significativas para os alunos. Mais além, foi observado que
mesmo em uma turma composta apenas por nativos digitais, a realidade encontrada na escola provou
a necessidade de atividades de inclusão digital.
Palavras-chave
Ensino, PIBID, Letramento digital
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